Parasitoides, predadores e entomopatógenos
Quem são os três agentes de controle e como cada um age sobre a praga.
São dois problemas diferentes e o mesmo equipamento resolve os dois: inimigo natural liberado sobre a lavoura e isca formicida sobre o talhão. Do plano de voo ao relatório que comprova a aplicação. Com o professor Americo Iorio Ciociola Jr., doutor em Entomologia do IFTM, e Mateus Oliveira Freitas, da Nex, que desenvolveu os dois drones usados no curso.

NX Bio Forest liberando isca de formiga sobre eucalipto
Oito eixos, nas duas frentes do curso. Os cinco primeiros seguem o agente biológico do laboratório ao talhão, com quem estuda o assunto. Os três últimos são o equipamento: como o drone planeja e comprova a liberação, e como o mesmo dispensador vira controle de formiga cortadeira com isca granulada.
Quem são os três agentes de controle e como cada um age sobre a praga.
O que acontece com o agente entre o laboratório e o campo. Temperatura, tempo de prateleira, cuidados no transporte e o que inutiliza um lote.
Por que a janela de liberação é curta. A liberação é exatamente o que o equipamento aéreo executa.
Os programas que já rodam em escala comercial no país, as culturas envolvidas, os agentes usados e os resultados obtidos.
O mercado por trás do inimigo natural: biofábrica, distribuição e prestação de serviço. Onde estão as oportunidades para quem está se formando agora.
O que muda em relação à liberação manual e mecanizada, e o que cada tipo de dispensador consegue liberar: cápsula, tubete, granel e sachê. Planejamento da tarefa de aplicação a partir do talhão, cálculo de dose, execução automática e relatório rastreável.
O prejuízo da saúva e da quenquém, onde o controle manual e o mecanizado travam, a isca em micro embalagem que alimenta o dispensador, a dose de trabalho e a conta por hectare.
Os dois drones montados, os dispensadores em funcionamento e voo demonstrativo.
Fotos de turmas anteriores da Nex Academy.



Quem são os inimigos naturais e como cada um age sobre a praga. O que os mantém vivos entre o laboratório e o campo, e o que inutiliza um lote. Como se libera na densidade certa, no momento certo, e por que a janela é curta. Os programas que já rodam em escala comercial no Brasil.
O mercado por trás do inimigo natural: biofábrica, distribuição e prestação de serviço. Como o drone planeja a tarefa de aplicação a partir do talhão, libera e comprova. Controle de formiga cortadeira com isca granulada em micro embalagem, da dose de trabalho à conta por hectare. Demonstração dos dois equipamentos em operação.
Os dois foram desenvolvidos e são fabricados pela Nex, e são os mesmos que a equipe leva para operação comercial. No curso eles não ficam na foto: saem do case, são carregados, planejados no controle e voam na frente da turma.

Dois dispensers trocáveis para liberação de Cotesia, Trichogramma, Telenomus e Tetrastichus. Um voa enquanto o outro é reabastecido.

Libera isca formicida em micro embalagem sobre o talhão, em missão automática, com relatório de aplicação ao final do voo.
Parasitoides e predadores produzidos em biofábrica, que o NX6 Bio Raven leva ao ponto certo do talhão. O que muda de um agente para o outro é o dispenser, e a troca é por encaixe.

Parasitoide de lagarta. A vespa localiza a broca dentro do colmo e deposita os ovos nela. Cana-de-açúcar.

Parasitoide de lagarta e de pupa. Tolera temperatura alta e permanece mais dias ativo em campo. Cana e milho.

Parasitoide de ovo. Encerra o ciclo da praga antes de a lagarta eclodir e entrar no colmo. Cana-de-açúcar.

Parasitoide de ovo, de espectro largo. Cobre Helicoverpa, Spodoptera e a traça-do-tomateiro. Soja, milho, algodão e tomate.

Parasitoide de ovo de Spodoptera frugiperda, inclusive nas camadas de baixo da postura. Milho, soja e algodão.

Parasitoide de ovo de Euschistus heros, o percevejo que ataca a vagem em formação. Soja.

Parasitoide de ovo de Nezara viridula. Entra no mesmo programa de manejo do percevejo-marrom. Soja.

Predador conhecido como crisopídeo. A larva consome ovos, pulgão, cochonilha e ácaro. Café, citros, eucalipto e hortifruti.
A compatibilidade não para nesta lista. O dispenser trabalha com a embalagem, não com a espécie. Todo agente que a biofábrica entrega em tubete ou a granel entra no equipamento sem adaptação.
Culturas atendidas: cana-de-açúcar, soja, milho, algodão, café, citros, hortifruti e eucalipto na silvicultura.

Mebio-T, da Dinagro: sachês em fita contínua, o formato que alimenta o dispensador
A NexDrones é parceira da Dinagro. A isca formicida que o NX Bio Forest libera em campo é dela, na versão Mebio-T, formulada em micro embalagem para aplicação mecanizada. No curso você vê por que o formato em fita contínua é o que alimenta o dispensador, e o sachê solto não.
Os dois dias acontecem no auditório do Bloco Administrativo Padre Agostinho Zago, no campus Uberaba do Instituto Federal do Triângulo Mineiro.

Professor Titular do IFTM, campus Uberaba
Doutor em Entomologia e licenciado em Educação Profissional e Tecnológica. Conduz os eixos de agentes de controle, armazenamento e transporte de inimigos naturais, programas brasileiros com macrobiológicos e controle biológico como atividade empresarial.

CEO da Nex Tecnologia
Conduz os eixos de formas de liberação, tecnologia embarcada e a demonstração dos equipamentos. A Nex desenvolveu o NX6 Bio Raven e o NX Bio Forest, os dois drones de liberação usados no curso.
6 e 7 de novembro · Auditório do IFTM · Uberaba, MG
Não. O curso não exige experiência anterior com drone. A operação é apresentada e demonstrada pela equipe da Nex, e o conteúdo parte do agente biológico, não do equipamento.
Serve. O curso também foi montado para estudantes e recém-formados. O conteúdo começa no agente biológico e chega até a operação com drone, sem pressupor experiência de campo. Um dos eixos trata justamente do controle biológico como atividade empresarial e de onde estão as oportunidades para quem está se formando agora.
Sim. São 6 e 7 de novembro, sexta e sábado, das 8h às 17h nos dois dias, e os dois são presenciais.
Oito eixos, em duas frentes. No primeiro dia, o agente biológico: os três grupos de agentes de controle e como cada um age sobre a praga, o armazenamento e o transporte de inimigos naturais, as formas de liberação e a densidade recomendada, e os programas brasileiros que já rodam em escala comercial. No segundo dia, o equipamento e o negócio: o controle biológico como atividade empresarial, como o drone planeja a tarefa de aplicação e comprova a liberação, o controle de formiga cortadeira com isca granulada, e a demonstração dos dois equipamentos.
Não, e o curso trata as duas como frentes distintas. Controle biológico usa inimigo natural vivo, como a Cotesia e o Trichogramma, que se libera sobre a lavoura. A isca formicida tem princípio ativo químico, apresentado em micro embalagem biodegradável, e se libera sobre o talhão. O que une as duas no curso é a tecnologia: nos dois casos é um sólido saindo de um dispensador, em missão automática, com relatório de aplicação no fim.
Americo Iorio Ciociola Jr., doutor em Entomologia e professor titular do IFTM no campus Uberaba, e Mateus Oliveira Freitas, CEO da Nex Tecnologia, empresa que desenvolveu os dois drones de liberação usados no curso.
No auditório do Bloco Administrativo Padre Agostinho Zago, campus Uberaba do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. A demonstração dos equipamentos acontece em campo.
NX6 Bio Raven, para liberação de macrobiológicos, e NX Bio Forest, para isca de formiga. Os dois são fabricados pela NexDrones e vão a campo para a demonstração.
Sim. Todo participante recebe certificado emitido pela Nex Academy ao fim dos dois dias.
São 45 vagas nesta turma. A primeira turma aconteceu em setembro de 2026, no mesmo auditório.
As inscrições ficam abertas até 5 de novembro, um dia antes do início do curso, ou até as vagas acabarem.
Pelo botão desta página, que leva à ficha do curso. A vaga é confirmada após a conclusão do pagamento.
6 e 7 de novembro · Uberaba, MG